Organizações brasileiras sofreram, em média, 3.830 ciberataques por semana em maio de 2026, alta de 34% em um ano e quase o dobro da média global, de 2.055 ataques semanais. Entenda por que infraestrutura crítica virou alvo prioritário, e o que muda quando a proteção precisa operar na escala de mais de 1 milhão de ativos.
Cibersegurança no setor público brasileiro enfrenta um desafio que poucos outros segmentos concentram na mesma intensidade: volume de sistemas legados, dependência de equipes técnicas reduzidas e serviços cuja interrupção afeta diretamente a população.
É um dos casos mais recorrentes dentro de um problema maior, a proteção de infraestrutura crítica, categoria que reúne órgãos públicos, instituições financeiras e operadores de serviços essenciais.
O padrão se repete em cada um desses ambientes: muitos sistemas, poucos especialistas para monitorá-los, e uma margem mínima para indisponibilidade.
Por que infraestrutura crítica é um alvo desproporcional
Segundo a Proofpoint, o Brasil vem se consolidando como o principal alvo de uma atividade cibercriminosa sustentada e em evolução na América Latina.
As campanhas identificadas frequentemente se passam por instituições confiáveis (bancos, órgãos governamentais e serviços de compartilhamento de documentos) para obter acesso a esses ambientes, o que reforça a atratividade desse tipo de alvo: volume de informações sensíveis armazenadas, importância dos serviços prestados e impacto potencial de uma interrupção operacional.
Instituições financeiras enfrentam uma lógica parecida, por outro motivo: concentram dados de alto valor financeiro direto, o que as torna alvo constante independentemente do porte da organização.
O gargalo real: pessoas, não tecnologia
A escassez de mão de obra qualificada em segurança da informação é especialmente aguda no Brasil, com um déficit estimado em 750 mil profissionais, segundo o relatório ISG Provider Lens™ Cybersecurity — Services and Solutions Brazil 2025.
Para organizações com grande volume de ativos e sistemas legados, esse déficit tem um efeito direto: monitoramento contínuo, que deveria ser rotina, vira exceção.
O mesmo relatório aponta outro fator de pressão: a complexidade de responder a incidentes cresce junto com as exigências da LGPD, elevando o custo de cada violação em termos de indisponibilidade, reputação e risco regulatório.
Escala como resposta
Monitorar um punhado de sistemas críticos é um problema. Monitorar milhares deles, espalhados por décadas de integrações, com uma equipe interna que não cresce na mesma proporção, é outro. A diferença não é apenas de volume — é de arquitetura de resposta: sem visibilidade centralizada, cada sistema vira um ponto cego em potencial.
A ISH acompanha esse tipo de ambiente há mais de 30 anos, protegendo hoje mais de 1 milhão de ativos críticos de órgãos públicos, instituições financeiras e empresas líderes de mercado. O ISG Provider Lens™ Cybersecurity — Services and Solutions Brazil 2025, que avaliou 113 fornecedores em nove quadrantes de cibersegurança no país, nomeou a ISH como Líder em cinco desses quadrantes.
O que muda na prática com um SOC/MDR gerenciado
Para ambientes com o perfil descrito acima, sistemas legados, equipe enxuta e criticidade alta, a resposta gerenciada em escala resolve problemas específicos:
- Visibilidade unificada: todos os ativos monitorados sob uma única central, independentemente de quando ou por quem foram implementados.
- Detecção e resposta contínuas: cobertura que não depende de uma equipe interna disponível 24 horas por dia.
- Escalabilidade sem aumento proporcional de equipe: novos sistemas entram no perímetro monitorado sem exigir contratação equivalente.
- Suporte técnico à conformidade: rastreabilidade e resposta a incidentes documentadas, relevantes tanto para LGPD quanto para exigências setoriais.
Escala não é um detalhe operacional. É o que separa quem detecta um incidente em minutos de quem descobre semanas depois.
Fale com os especialistas da ISH e avalie o modelo de SOC/MDR gerenciado para o seu ambiente.